A resposta mais segura é: não existe um creme ou gel hormonal universalmente recomendado pra ampliar a libido. A possibilidade depende do sexo, da idade, dos sintomas, da causa da diminuição do desejo e dos riscos individuais. Em várias situações específicas, determinados hormônios são capazes de socorrer, no entanto eles não necessitam ser usados por conta própria nem comprados em formulações manipuladas sem acompanhamento médico.
A libido é influenciada por muitos fatores, como estresse, depressão, ansiedade, característica do relacionamento, dor durante a ligação sexual, sono, doenças crônicas, menopausa, modificações hormonais, remédios e experiências negativas. Por isso, colocar um produto hormonal sem investigar a circunstância pode ser ineficaz e ainda motivar efeitos adversos.
Quais produtos hormonais são considerados?
Os principais produtos discutidos na prática clínica são testosterona transdérmica, estrogênios vaginais e prasterona vaginal. Cada um tem uma indicação contrário. Também existem géis de testosterona aprovados pra homens com deficiência comprovada do hormônio, e também produtos manipulados ou comercializados pela internet que prometem acrescentar a libido, porém cuja segurança e concentração conseguem ser incertas.
Testosterona em gel ou creme
A testosterona está relacionada ao desejo sexual em tão alto grau em homens quanto em mulheres, todavia isto não significa que toda pessoa com libido baixa tenha deficiência de testosterona ou que necessite fazer reposição.
Em homens, o gel de testosterona poderá ser indicado quando existem sintomas compatíveis com hipogonadismo, como redução persistente do desejo, disfunção erétil, perda de massa muscular, cansaço e redução de pelos, associados a níveis baixos de testosterona confirmados em exames realizados adequadamente. Em geral, é necessário repetir a dosagem pela manhã e avaliar outras causas antes de começar o tratamento. O intuito é reparar uma deficiência hormonal, e não elevar a testosterona acima dos níveis fisiológicos.
Em mulheres, a testosterona transdérmica pode ser ponderada em circunstâncias específicas de transtorno do desejo sexual hipoativo, sobretudo depois da menopausa, no momento em que o baixo desejo razão desgosto e algumas causas foram investigadas. Essa utilização pode ser considerada fora da bula em alguns países e tem que ser conduzida por profissional com experiência. A evidência sugere benefício modesto pra determinadas mulheres, não um acrescentamento garantido ou rápido da libido.
Produtos femininos com doses bastante elevadas, “implantes” ou fórmulas manipuladas não são automaticamente melhores. Pelo oposto, conseguem causar níveis excessivos do hormônio, dificultar o controle da dose e ampliar o traço de efeitos nocivos. Quando a testosterona é utilizada em mulheres, normalmente prefere-se uma preparação transdérmica em dose extremamente baixa, com acompanhamento clínico e laboratorial.
Riscos da testosterona
A testosterona em gel pode causar acne, aumento da oleosidade da pele, avanço de pelos no rosto e no corpo, queda de cabelo com modelo androgenético, modificação da voz, acréscimo do clitóris, alterações de humor e irregularidade menstrual. Alguns desses efeitos, essencialmente a voz mais complicado e o aumento do clitóris, conseguem ser permanentes.
Nos homens, a reposição poderá aumentar o hematócrito, agravar a apneia do sono, suprimir a produção de espermatozoides e afetar a fertilidade. Assim como exige avaliação da próstata conforme a idade e o risco individual. A testosterona não tem que ser utilizada por homens que estejam tentando engravidar, dado que pode suprimir a produção de espermatozoides.
Há ainda o risco de transferência do gel pra outra pessoa por contato da pele. Crianças e mulheres conseguem fazer sinais de exposição androgênica, como pelos excessivos, acne e transformações genitais. Portanto, o ambiente aplicado necessita permanecer coberto após a secagem, as mãos necessitam ser lavadas, e deve-se impedir contato pele a pele até a higienização adequada.
Estrogênio vaginal: benéfico pra sintomas da menopausa
Cremes, comprimidos ou anéis vaginais com estrogênio são usados principalmente pra cuidar a síndrome geniturinária da menopausa. Essa circunstância podes causar secura vaginal, ardência, coceira, aflição durante a penetração, diminuição da lubrificação e sintomas urinários. Ao aliviar estes problemas, o estrogênio vaginal poderá aprimorar indiretamente a vontade e a euforia sexual.
Contudo, ele não é um estimulante direto da libido. Se a mulher não tem secura, aflição ou sintomas geniturinários, o estrogênio vaginal possivelmente não resolverá, sozinho, uma redução do desejo. Teu benefício costuma estar referente à evolução do conforto e da resposta sexual.
As doses vaginais Quais são os melhores cremes ou géis hormonais para aumentar a libido? (clique na página da web) geralmente baixas e apresentam menor absorção sistêmica do que a terapia hormonal utilizada em comprimidos ou adesivos, mas ainda portanto necessitam de avaliação individual. Mulheres com histórico de câncer de mama, sangramento vaginal sem diagnóstico, doença tromboembólica ou algumas condições específicas necessitam discutir com o ginecologista antes de usar qualquer estrogênio.
Prasterona vaginal
A prasterona, assim como chamada de DHEA vaginal, é um hormônio precursor administrado localmente pra sintomas de angústia e secura vaginal associados à menopausa. Ele poderá melhorar a condição dos tecidos vaginais e restringir o incômodo pela relação. Seu principal propósito é tratar a angústia e a atrofia, não acrescentar diretamente a libido.
Do mesmo jeito que o estrogênio vaginal, a prasterona podes ser uma opção pra muitas mulheres, entretanto não necessita ser comprada como um “produto pra desejo” sem diagnóstico. É preciso falar contraindicações, histórico de câncer hormônio-dependente e outros tratamentos possíveis.
E os cremes de progesterona?
Cremes de progesterona são frequentemente apresentados para “equilibrar os hormônios”, aperfeiçoar a libido ou tratar sintomas da menopausa. Porém, eles não têm comprovação firme como tratamento para baixa libido. A absorção pela pele podes ser imprevisível, e o artefato poderá não ofertar proteção adequada ao endométrio no momento em que a mulher utiliza estrogênio sistêmico e detém útero.
A progesterona pode ser necessária em instituídos esquemas de terapia hormonal, mas isto é distinto de aplicar um creme de progesterona com a finalidade de ampliar a vontade. A indicação tem que ser feita pelo médico, de acordo com o tratamento utilizado e as características da paciente.
Produtos “naturais” e manipulados
Géis com DHEA, testosterona, pregnenolona, estriol ou combinações de muitos hormônios são comercializados em farmácias de manipulação e na web. A frase “natural” não significa que o artefato seja seguro. Hormônios naturais assim como produzem efeitos farmacológicos, são capazes de interagir com doenças e remédios e conseguem causar excedente hormonal.
Em preparações manipuladas, a concentração podes variar e nem sempre há estudos clínicos de característica demonstrando efetividade, firmeza, pureza e segurança. Produtos comercializados em mídias sociais conseguem conter substâncias diferentes das informadas no rótulo. Assim como não é recomendável utilizar hormônios de outra pessoa, produtos importados sem registro ou medicamentos veterinários.
Como investigar a libido baixa?
O primeiro passo é assimilar se a redução do desejo é recente ou persistente, se circunstância desgosto e se ocorre em todas as circunstâncias ou só com definido parceiro ou contexto. Uma consulta podes acrescentar perguntas sobre isso relacionamento, estresse, autoestima, dor, orgasmo, lubrificação, sono, humor e exercício de medicamentos.
Alguns medicamentos conseguem apagar a libido, incluindo certos antidepressivos, antipsicóticos, opioides, anticonvulsivantes, anti-hipertensivos e contraceptivos em várias pessoas. Isso não significa que devam ser interrompidos sem orientação. O médico podes avaliar troca, ajuste de dose ou escolhas.
Exames laboratoriais não são necessários para todas as pessoas, no entanto são capazes de ser úteis quando há sinais de mudança hormonal ou doença clínica. Dependendo do caso, são capazes de ser avaliados hemograma, tireoide, prolactina, glicemia, função hepática e renal, e também testosterona total e outros hormônios. O repercussão deve ser interpretado próximo com os sintomas; um número isolado não define a inevitabilidade de tratamento.
No momento em que a testosterona não é apropriada?
A testosterona não precisa ser usada simplesmente para combater cansaço, emagrecer, receber músculos ou melhorar o funcionamento sexual sem diagnóstico. Ela poderá ser inadequada em pessoas com estabelecidos tipos de câncer, doenças cardiovasculares não controladas, hematócrito elevado, apneia do sono não tratada, doença hepática respeitável ou vontade de preservar a fertilidade masculina.
Em mulheres, necessita existir cautela em casos de gravidez, tentativa de engravidar, amamentação, câncer de mama ou endométrio, sangramento vaginal inexplicado, doença hepática e sinais de exagero de andrógenos. A avaliação tem que opinar assim como o traço cardiovascular e metabólico.
Como usar um gel hormonal com segurança?
Quando um gel é realmente indicado, o paciente precisa escoltar exatamente a dose, o local e a regularidade prescritos. Não é seguro aumentar a quantidade pelo motivo de o efeito demorou a mostrar-se. Hormônios não costumam produzir uma transformação imediata no desejo; os resultados, no momento em que ocorrem, são capazes de transportar semanas e precisam ser avaliados em conjunto com outros estilos do tratamento.
O lugar de aplicação precisa estar limpo e seco. É relevante lavar as mãos depois, deixar o objeto secar, não passar em mucosas ou genitais salvo orientação específica e impedir contato com crianças, gestantes e parceiros. Roupas que cobrem a região podem reduzir a transferência, no entanto não substituem a higiene.
O acompanhamento necessita verificar proveitos, efeitos secundários, níveis hormonais quando apropriado e sinais clínicos de exagero. Em mulheres que usam testosterona, alterações na voz, acréscimo interessante de pelos, acne intensa ou acrescento do clitóris devem ser comunicados muito rapidamente. Em homens, agonia ou acrescento das mamas, contrariedade para urinar, ausência de ar, inchaço e aflição nas pernas exigem avaliação médica.
Escolhas não hormonais
Quando a razão está relacionada à secura ou à dor, lubrificantes à apoio de água ou silicone e hidratantes vaginais conseguem socorrer. Fisioterapia do assoalho pélvico, tratamento de infecções, cuidados com o sono e atividade física também são capazes de aperfeiçoar a saúde sexual.
Psicoterapia, terapia sexual e terapia de casal são úteis no momento em que existem ansiedade, depressão, trauma, conflitos, complexidade de intercomunicação ou ansiedade intensa com o funcionamento. A união de abordagens costuma ser mais capaz do que buscar só um hormônio.
Em mulheres pela pós-menopausa, a terapia hormonal sistêmica talvez seja considerada para sintomas vasomotores, como ondas de calor, no momento em que os benefícios superam os riscos. Ela não necessita ser iniciada exclusivamente para acrescentar a libido. Do mesmo jeito, remédios específicos para transtorno do desejo sexual hipoativo conseguem ser avaliados em alguns casos, porém não são cremes hormonais e possuem indicações e efeitos adversos próprios.
Assim, qual é o melhor creme ou gel?
Para homens com hipogonadismo confirmado, o gel de testosterona prescrito podes ser adequado, desde que não haja contraindicações e exista acompanhamento. Para mulheres após a menopausa com secura e agonia, estrogênio vaginal ou prasterona podem melhorar o conforto e, indiretamente, a existência sexual. Para várias mulheres com transtorno persistente do desejo sexual hipoativo, a testosterona transdérmica em baixa dose pode ser ponderada por especialista.
Nenhuma dessas opções tem que ser encarada como afrodisíaco, solução rápida ou tratamento pra toda libido baixa. O melhor produto é aquele que corresponde à causa identificada, mostra evidências pro caso e é monitorado de maneira individualizada.
Se a libido diminuiu de forma persistente, razão desgosto, veio acompanhada de angústia, sangramento, alterações menstruais, disfunção erétil, depressão ou outros sintomas, procure ginecologista, urologista, endocrinologista ou profissional de saúde sexual. Impossibilite comprar hormônios pela web e não inicie cremes ou géis sem avaliação. Em saúde sexual, investigar a razão costuma ser mais significativo — e mais seguro — do que buscar o objeto “mais forte”.
